29 de novembro de 2015

FALTA DE LARVICIDA E OUTROS MATERIAIS FAZ AACES DENUNCIAR O MUNICIPIO, O ESTADO E A UNIÃO

Escassez de suprimento essencial continua colocando a vida da população em risco, por isso estamos denunciando ao MPF



Não temos outro caminho senão o Ministério Público Federal  para denunciar, desta vez,  a União, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e a Secretaria Municipal de Saúde. Uma situação grave, que é a falta de LARVICIDA, insumo de maior importância para que os profissionais da cidade possam executar suas tarefas no controle das doenças causadas pelo Aedes aegypti.  Para agravar ainda mais a situação, temos a microcefalia, doença que está se espalhando pelo país. Por isso, os agentes de combate às endemias (ACEs) precisam dos larvicidas para tratar os depósitos com a larva do mosquito, ou como é popularmente conhecida,  "cabeça de prego" . Sem esse produto, os mosquitos estão se proliferando de rédea solta em Salvador.

A crise de desabastecimento destes insumos na Bahia, em vez de melhorar, tem se agravado a cada dia e está se tornando insustentável como também a falta de materiais baratos e básicos como giz de cera para marcação de quarteirões.



Os servidores relatam que a falta de tratamento nos depósitos focados (com larva do mosquito) está diariamente sendo contestado pela população e que, por esse motivo, coloca em risco a relação harmoniosa existente entre os profissionais e a população, uma vez que a principal atribuição da categoria é ELIMINAR E TRATAR O FOCO; esperamos que depois a gestão não coloque a culpa nos agentes de saúde.

Os fornecedores desses insumos é o Ministério da Saúde através da SESAB, razão pela qual estamos responsabilizando todos, município, estado e a União. É preciso que o Ministério Público Federal faça garantir o direito à saúde do cidadão. Diante da gravidade da problemas "É preciso que a justiça faça cumprir a Constituição Federal de 1998 e garanta, imediatamente, todos os insumos, medicamentos e condições de trabalho para esses profissionais que prestam um valoroso serviço à população, de modo  que os soteropolitanos não corram risco de morte por Dengue, Chikungunya,  Zika vírus, Síndrome de Guillain-Barré e, a mais nova doença, microcefalia,. devido à negligência do poder público”, criticou Enádio, presidente da Associação dos Agentes Comunitários e de Endemias de Salvador (Aaces).

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