23 de julho de 2015

OS MEMBROS DO G.T SABIAM DA REDUÇÃO DO NÚMEROS DE ACE DE SALVADOR NA PORTARIA 1.025?


É no minimo estranho um GT grupo de trabalho criado para acompanhar o processo do piso nacional e a elaboração do decreto e das portarias em Brasilia, não fazer intervenção sobre o total dos ACE,s que Salvador tem, ou pelo menos nos alertar da intenção do ministério da saúde em querer reduzir o numero, porque todos os 2.065 Agentes de Combate ás Endemias da capital baiana são cadastrados no SCNES Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde no SITE do ministério, isso prova que o governo federal sabia do total de agentes, e para nos confundir ou enrolar mesmo, nos oferece o Art. 7º da Portaria 1.025 onde diz: O quantitativo máximo de ACE passível de contratação de que trata esta Portaria poderá ser revisto pelo Ministério da Saúde, de acordo com as diretrizes e parâmetros dispostos no art. 3º e a disponibilidade orçamentária. 
Click na imagem para ampliar e vejam que já estamos cadastrados no site do ministério da saúde, não existe a desculpa que não sabia que salvador  não tinha mais de 2 mil ACE,s.



Ora bolas, se eles tinham a oportunidade de encaminhar os 2.065 e resolver logo esse problema revendo esse quantitativo de ACE,s, porque só regulamentou 1.020, e ainda tiveram a cara de pau de dizer " poderá ser revisto pelo Ministério da Saúde" será que o membro de um sindicato que se diz representar os ACE,s de Salvador comeu mosca na mesa do GT em não questionar isso, ou escondeu essa informação da categoria? Perguntar não ofende.


A verdade é que com essa barbeiragem desse representante, junto com o ministério da saúde, os ACE, s de Salvador ficaram numa situação nada agradável, em relação a AFC Assistência Financeira Complementar para o cumprimento do piso nacional.

A AACES não vai aceitar que nenhum ACE fique de fora desse processo.

Acompanhe sua situação do SCNES CLICANDO AQUI

Um comentário:

  1. Sou ACE e o meu nome nao esta na lista do cnes. Olhei la no estabelecimento CCZ e nao esta. O que faço?

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