12 de fevereiro de 2015

Descaso do secretário Alexandre Pauperio com o acordo deixa os agentes de saúde fora do carnaval

A participação dos agentes de saúde no trabalho do carnaval foi uma das razões pelas quais os trabalhadores suspenderam a paralisação que se iniciou com a assembleia do último dia 26 de janeiro de 2015  e terminou no dia 29 do mesmo mês.
O secretário Alexandre Pauperio garantiu a participação dos servidores, inclusive publicando a tabela com os agentes no Diário Oficial do Município, mas o acordo não foi cumprido.


Desde segunda-feira  que  os diretores da Associação dos Agentes Comunitários e de Endemias de Salvador (Aaces) estão indo à Secretaria Municipal de Gestão ( Semge) cobrar o cumprimento firmado pelo secretário que garantia a participação dos servidores no carnaval. No entanto, as respostas dele eram sempre evasivas, isto é, enrolação. 


Já na quarta-feira, o secretário apresentou uma desculpa sem cabimento: disse aos sindicalistas que as vagas para os servidores já haviam se esgotado e que o Ministério Público proibiu a contratação de terceirizados. Ele só se esqueceu de que, no acordo firmado, os agentes entrariam como servidores mesmo. Portanto, o que  afirmava era apenas embromação e descaso com as entidades e, principalmente, com os trabalhadores que assinaram a lista de trabalho do carnaval. Neste dia, os diretores da Aaces tiveram o apoio do agente de combate às endemias Fábio Santos, que pôde constatar a luta que os sindicalistas estavam travando com a gestão, e de Nildo do Sindseps.

DENÚNCIA
Os vereadores da base de ACM  Neto tiveram cota no trabalho do carnaval para preencher com os seus apadrinhados. Ou seja, o governo faz mimos aos seus aliados em detrimento da valorização dos servidores.


Hoje veio a sentença: não há vagas para os agentes no carnaval.
Esse desrespeito do secretário Alexandre Pauperio só evidenciou algo do qual tanto a Aaces quanto o Sindseps já falavam: a total desvalorização com a qual os agentes de saúde são tratados pelo governo ACM Neto. Os diretores lutaram até o fim, fizeram o que pôde ser feito, mas o descaso da gestão prevaleceu, e os agentes não vão trabalhar. Mas a Diretoria da Aaces não vai deixar isso passar em branco e a resposta virá à altura. 


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