Alcolumbre deu início ao processo de discussão, mas informou que irá seguir com as cinco sessões previstas em primeiro turno e suprimir as três do segundo.
Senadores favoráveis ao projeto apresentaram, no último dia 10, um requerimento para solicitar um calendário especial, que afasta a necessidade de um interstício (uma espécie de intervalo) mínimo de cinco dias entre um turno e outro. Ou seja, possibilitando que o texto fosse votado, em primeiro e segundo turno, nesta terça-feira.
Mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que seguirá o rito determinado e não votará o calendário especial.
— Vamos fazer hoje o que manda a Constituição, a primeira sessão de debate da PEC. Vamos dar palavra para todos os senadores que quiserem falar. Sessão de discussão. E vamos seguir as cinco sessões de discussão do primeiro turno. Quando todos nós discutirmos, vou colocar o requerimento proposto pelo senador Irajá, e assinado por 60 senadores, de um calendário especial de votação da PEC — explicou Alcolumbre.
De acordo com o senador, o calendário especial será votado ao final das cinco sessões do primeiro turno para "suprimir as outras três" sessões do segundo, fazer a votação, "e marcar a sessão de promulgação dessa emenda constitucional".
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