20 setembro 2011

TODOS CONTRA A CORRUPÇÃO

'Todos Juntos contra a Corrupção' acontece amanhã

O evento "Todos Juntos contra a Corrupção" acontece amanhã, às 17h, no Campo Grande. A manifestação teve início no Rio de Janeiro, e, no mesmo dia, será realizada em várias capitais do país, sendo organizada, inclusive, através das redes sociais. 

Aqui em Salvador, o caminhão de som estará ao lado do Hotel da Bahia. Segundo um dos organizadores do evento, Oscar Magalhães, o protesto não tem caráter político-partidário. 



OS AGENTES DE SAÚDE DE SALVADOR AGRADECE PELA NÃO PREFERENCIA DE MÁRIO KERTÉZ


ACM Neto e Imbassahy rejeitam Kertéz 

Deputados não aceitam ‘candidato sem voto’



Está difícil para a oposição marchar unida em torno da candidatura de Mário Kertész. Segundo uma fonte que participa das articulações confessou ao BAHIA TODO DIA, hoje, só mesmo o PMDB estaria firme com esta possibilidade e, mesmo assim, diz, “é mais coisa de Geddel e Lúcio Vieira Lima”. Segundo a fonte, o próprio Mário, que teria acalentado a pré-candidatura, já está recolhendo o remo, haja vista não ter encontrado no mar as condições adequadas para seguir com o projeto. Como “condições” leia-se a tão sonhada unidade da oposição (PMDB, DEM, PSDB e PPS) em torno de seu nome.

A fonte confirma que a dificuldade de Mário ser ungido como possível candidato único das "oposições" na Bahia esbarra nos “donos dos votos” em Salvador. Segundo a informação, ACM Neto e Imbassahy, em público até se esforçam para empurrar esse desejo do radialista, mas nos bastidores afastam essa possibilidade.

Os dois – Neto e Imbassahy – acham que o espaço conquistado por Mário na Metrópole não se traduz em força eleitoral consistente e que sendo o radialista o candidato, seriam eles, “os donos dos votos”, que teriam a obrigação de lhe transferir o patrimômio.

Enquanto esse jogo é jogado nos bastidores, Mário aproveita, e bem. Coloca seu nome na fita, aproveita o patrocínio estatal para promover eventos e enche a cidade de outdoors, se cacifa como ‘player’ para 2012 e fortalece o seu grupo de comunicação, como consequência. Sem dúvida, ele é o único que nada perde aí. De tabela, o governo, leia-se PT e PP, também ganha, porque avalia como quase impossível a candidatura Kertész e vê a oposição perder tempo nessa dividida. 
Fonte: Bahia todo dia

19 setembro 2011

A JUSTIÇA É CEGA MAIS ENXERGA NO ESCURO

Desembargadora do TJBA ordena o Prefeito de Salvador a reintegrar servidor público demitido da PMS por perseguição política/ Publicação no DJE n° 561, páginas 18 e 19, em 19 de setembro de 2011‏

Mandado de Segurança n°. 0002170-81.2010.805-0000-0
Impetrante: Antoniel Ferreira Júnior

Advogado: Renato Souza Santana
Impetrado: Prefeito Municipal do Salvador
Procurador do Município: Wilson Chaves de França

Relatora: Rosita Falcão de Almeida Maia
DECISÃO:

Trata-se de mandado de segurança impetrado por Antoniel Ferreira Júnior, aparelhado com pedido liminar, contra ato do Prefeito Municipal do Salvador, consistente na demissão do impetrante dos quadros da Secretaria de Saúde de Salvador.

Em suas razões, o impetrante relatou que ingressou no serviço público municipal, em 09 de dezembro de 2005, mediante concurso público, sendo aprovado para o cargo de Técnico de Enfermagem. Que desfrutava de jornada de trabalho especial, porque inserido na condição de estudante universitário, consoante disposto na Lei Complementar nº. 01/1991. Que sofreu perseguição política, de forma que foi transferido várias vezes e, por fim foi demitido dos quadros do serviço público municipal.

Diante de tais circunstâncias, impetrou o mandado de segurança em testilha. Fundamentou sua pretensão na ilegalidade do Processo Administrativo Disciplinar - PAD que culminou com o ato demissional do impetrante.

Aponta os seguintes vícios no PAD em tela:

a) Impedimento da presidente da comissão, porque atua como advogada da Secretaria de Saúde em processos administrativos contra si;

b) Inobservância do contraditório e da ampla defesa, pois não foi o impetrante notificado para acompanhar a oitiva das testemunhas;

c) Que não restou caracterizado o abandono de cargo, sobretudo porque estava no exercício do direito de greve juntamente com os demais colegas de trabalho;
d) Que a greve deflagrada pela categoria da qual participa estava respaldada no descumprimento de acordo coletivo;

e) Que a parte adversa acordou em abonar o ponto de todos os dias paralisados em função da greve e não adotar qualquer medida administrativa ou judicial contra os servidores que aderiram ao movimento.

Assim, após discorrer sobre o fumus boni iuris e o periculum in mora, pugnou pela concessão de medida liminar para determinar a suspensão do ato impugnado e, ao final, concessão da segurança almejada para anular o referido ato administrativo e determinar o pagamento das parcelas remuneratórias computadas desde a data do desligamento até a sua reintegração ao cargo em tela. Rogou, também, pela concessão da gratuidade de justiça.

A medida liminar foi indeferida por esta relatora (fls. 247/250), pois não restou demonstrada a existência da fumaça do direito, requisito essencial para a sua concessão.

Contra a referida decisão foram interpostos embargos declaratórios, que, por sua vez, foram rejeitados (fls. 529/530).

Em decisão de fls. 780/781 foi indeferido o pedido de continência deste mandado de segurança com o mandado de segurança nº. 0145520-61.2009.805.0001, manejado pelo impetrante com o propósito de ter acesso ao PAD que culminou com sua demissão, bem como de ser reconhecida a nulidade do referido PAD.

Adveio, então, agravo regimental contra a referida decisão, que foi improvido, sendo ressalvado que, para evitar decisões contraditórias, era necessário a suspensão deste mandado de segurança até o julgamento do mandado de segurança nº. 0145520-61.2009.805.0001 (fls. 822/826).

Em seguida, foram rejeitados os embargos declaratórios opostos contra o referido acórdão (fls. 841/846).

Agora, vem informar o impetrante que houve o julgamento do mandado de segurança nº. 0145520-61.2009.805.0001, destacando que a segurança foi concedida no sentido de reconhecer a nulidade do PAD em comento. Além disso, vem pleitear a concessão de medida liminar no sentido de ser determinada a sua reintegração ao cargo público que ocupava, bem como no sentido de determinar o pagamento dos valores que não percebeu no período do seu afastamento.

É o breve relatório.

Inicialmente, registre-se, como já explanado na decisão de fls. 247/250, que a questão atinente a concessão de medida liminarcontra a Fazenda Pública na hipótese de reintegração de cargo de servidor público é polêmica no âmbito da jurisprudência.

Entretanto, entende esta Relatora que é possível a reintegração provisória no cargo, máxime porque não há vedação legal expressa nesse sentido e porque o direito controvertido cinge-se a própria subsistência do servidor e de sua família.

Ultrapassada essa questão, verifica-se a parcial existência do fumus boni iuris e do periculum in mora, requisitos necessários à concessão, total ou parcial, da medida liminar requerida.

A plausibilidade do direito do impetrante restou demonstrado a partir do momento em que o PAD, que culminou com a sua demissão do serviço público, foi declarado nulo por este Tribunal de Justiça, nos autos do mandado de segurança nº. 0145520-61.2009.805.0001-0, sob o fundamento de que houve cerceamento à ampla defesa.

Ora, com o reconhecimento da nulidade do PAD que ensejou a demissão do impetrante, em cognição exauriente, é aconselhável, por ser medida razoável, a sua reintegração ao cargo público em testilha.

O periculum in mora, por sua vez, reside no caráter alimentar que detém os vencimentos do impetrante que, por óbvio, somente serão percebidos com o seu retorno ao cargo público que ocupava.
De outra banda, quanto ao pleito de restituição dos valores devidos em decorrência do afastamento temporário do impetrante da função pública, não cabe a concessão da media liminar perseguida.

Isso porque o pagamento da remuneração correspondente ao período em que o impetrante esteve afastado do serviço público não ensejará a posterior devolução, caso seja revogada esta medida liminar, em virtude do caráter alimentar de que se revestem tais valores e da boa-fé do impetrante.

Nesse sentido:
EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM RECURSO ESPECIAL - DESCONTO DE VALORES RECEBIDOS DE BOA -FÉ POR SERVIDOR PÚBLICO EM DECORRÊNCIA DE ERRO DA ADMINISTRAÇÃO - IMPOSSIBILIDADE - EMBARGOS REJEITADOS.

1. O requisito estabelecido pela jurisprudência, para a não devolução de valores recebidos indevidamente pelo servidor, não corresponde ao erro da Administração, mas, sim, ao recebimento de boa-fé.

1. Pelo princípio da boa-fé, postulado das relações humanas e sociais, deve-se orientar o Direito, sobretudo as relações de trabalho entre agente público e Estado. (RMS 18.121, Rel. Min. Paulo Medina)

2. Valores recebidos indevidamente pelo servidor, a título de vencimento ou de remuneração, não servem de fonte de enriquecimento, mas de subsídio dele e de sua família.

4. Ainda que o recebimento de determinado valor por servidor público não seja devido, se o servidor o recebeu de boa -fé e com base na teoria da aparência, não se pode exigir sua restituição.

Precedentes.

5. Embargos de divergência conhecidos, porém rejeitados.

(EREsp 612.101/RN, Rel. Ministro PAULO MEDINA, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 22/11/2006, DJ 12/03/2007, p. 198)

Isso posto, defiro parcialmente o provimento de urgência requerido, a fim de determinar a reintegração do impetrante ao cargo que anteriormente ocupava.

Abram-se vistas à Procuradoria de Justiça para que apresente opinativo, no prazo de improrrogável de 10 (dez) dias (art. 12 da Lei nº. 12.106/2009).

Intimem-se. Publique-se.

Salvador, 15 de setembro de 2011.

Desª Rosita Falcão de Almeida Maia
Relatora

Tribunal Pleno

17 setembro 2011

ATENÇÃO AGENTES QUE ESTÃO COM OS NOMES NA LISTA PARA AS OFICINAS.

As oficinas estão suspensas e segundo a secretaria o motivo é o baixo numero de freqüentadores.
 Entretanto a AACES não acredita que isso se deva ao desinteresse dos agentes como alguns disseram. Desse modo, no intuito colaborar para o sucesso das oficinas e a valorização dos agentes de saúde estamos re postando as listas dos dias 8 e 14 do mês presente e solicitamos aos agentes que não compareceram que nos informe, se possivel, o real motivo. Sabemos da importância desse e de outros cursos para o currículo do agente de saúde e precisamos lutar para que seja retomado.
Mande sua resposta para aaces@hotmail.com  não esqueça de dizer seu nome e se preferir deixe o nº do telefone para entrarmos em contato.
Estamos aguardando isso é muito importante prá todos nós.


quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
TURMA B
TURMA C
Bráulio Silva de Santana - DS Cabula / Beirú
Rose Tatiane dos Anjos Pereira - DS Cabula / Beirú
Alda Soares Oliveira - DS Liberdade 
Charlene Moura Silva Santos - DS Liberdade 
Marildes Carvalho da Silva - DS Itapuã
Débora Nascimento de Jesus - DS Itapuã
Jorge dos Santos - DS Subúrbio Ferroviário
Jadson Caldas dos Santos - DS Subúrbio Ferroviário
Andréia Pereira Carvalho- DS Subúrbio Ferroviário
Elielba Alves P. de Freitas- DS Subúrbio Ferroviário
Adriana Ferreira dos Santos -  DS Cajazeiras
Bráulio José dos Santos - DS Cajazeiras
Djalma Santos Dates - DS São Caetano/Valéria
Elenildo Teles Santana - DS São Caetano/Valéria
Danielle Cristina Sampaio Lopes - DS Boca do Rio
Adelsimar A. Soares -DS Pau da Lima
Luis A. Felisberto - DS Barra / Rio Vermelho
Adenilson Onofre Cardoso - DS Barra / Rio Vermelho
Davi Silva de Oliveira - DS Barra / Rio Vermelho
Cássia Moreira Dias - DS Barra / Rio Vermelho
Chisvalsia Braga da Cruz - DS Brotas 
Heleniza Oliveira Pinto (Sup.) - DS Brotas 
Neuza Machado Ferreira - CCZ
Adriana dos Santos Pires - CCZ
Adigina Estrela das Neves (Sup.) - DS Itapagipe 
Adriano Machado Costa Lima - DS Itapagipe 
Jorge sacramento Silva Itapuã A (SUP. G)
Luciano Nunes da Silva cord III (sup.)
Elisangela Sousa Lima DS Pau da Lima (Sup. G.)
Josué Pinheiro de queiroz DS Cajazeiras (Sup. G)
Shirley Veterinária
Lívia Peralva Veterinária
Helena SEVZU
Eliaci Couto SEVTV
Marcelo Medrado SUB
Jessé Sub Itapagipe
João Gualberto Sub Liberdade
Joana Angelica Santana Ace
Lazaro Sindacs
Jorge Matos Sub são Caetano A
João Miranda Sub Pau da Lima 
Nelson Lopes Sub Suburbio B
Joaquim de Jesus Ace 
Adislson de Souza G. Santos Agente de saúde Pública
Fabiano Mosquera Biólogo SEAMG
Luana  Bióloga Estagiária
Antunes Souza  Ace 




16 setembro 2011

OFICINAS ESTÃO SUSPENSAS

A AACES informa que as oficinas estão suspensas até a segunda ordem, em conversa ontem 15/09 com a SMS foi nos passado que não estava dando nem 50% de presença dos convocados, e que por esse motivo suspendeu as atividades, estamos aproveitando este momento para realmente saber os reais motivos da não participação dos trabalhadores nas oficinas, se você não foi, nos responda através de e-mail seu nome, o dia de sua oficina e porque não participou, se foi por falta de informação, interferência da chefia, não quiz participar etc, na certeza de contar com a participação  de todos os convocados, para ajudar no processo de uma nova data, antecipadamente agradecemos. 

APROVAÇÃO DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 29 DEPUTADOS FECHAM ACORDO



Acordo fechado nesta quarta-feira com os líderes vai permitir que a pauta seja liberada para a votação do projeto que regulamenta os recursos para a saúde previstos na Emenda 29. Indicação da Câmara para o TCU e anistia criminal para bombeiros também podem ser votadas.

Um acordo fechado entre todos os líderes partidários e o presidente da Câmara, Marco Maia, vai permitir que a pauta seja liberada para a votação na próxima quarta-feira (21) do projeto que regulamenta os recursos para a saúde previstos na Emenda 29 (PLP 306/08).

Marco Maia anunciou a votação na terça-feira do projeto de lei que cria uma empresa para a gestão dos hospitais universitários (PL 1749/11). Em urgência constitucional, ele impede a análise da regulamentação da Emenda 29 e de outros projetos de lei.

Com a pauta das sessões extraordinárias liberada, outros projetos, como a criação da Comissão da Verdade (PL 7376/10), a anistia criminal para policiais e bombeiros (PL 6882/10) e a indicação da Câmara dos Deputados para o Tribunal de Contas da União (TCU) também poderão ser votados na próxima semana.

“Vamos votar na terça-feira o projeto que trata sobre a empresa hospitalar, depois devemos votar a urgência e o projeto da anistia dos bombeiros e de outros servidores e vamos votar na quarta-feira de manhã a escolha do novo membro do TCU e, à tarde, a Emenda 29”, explicou Marco Maia. Segundo ele, outras propostas também poderão ser votadas por acordo entre os líderes, e esse cronograma será definido na próxima terça-feira no Colégio de Líderes.

Marco Maia elogiou o acordo, que permitiu a votação de quatro medidas provisórias nessa semana, e disse que nenhum lado foi beneficiado. “Nos não estamos nem atendendo ao governo na sua integralidade nem a oposição. Nós estamos no meio termo”, disse.

Empresa Universitária
A polêmica em torno do projeto que cria uma empresa para gestão dos hospitais universitários, na avaliação de Marco Maia, não vai impedir a sua votação em Plenário. Hoje a proposta não foi votada na comissão especial diante da pressão de servidores dos hospitais universitários descontentes com o texto.

Segundo o presidente da Câmara, “o que aconteceu na comissão especial foi uma obstrução promovida pelos servidores e por algumas categorias, que impediu a sua votação. Na semana que vem, vamos tomar todas as medidas para que não haja impedimento à votação dessa proposta.”

O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), ressaltou que “não é normal” se votar três MPs em uma só sessão, mas a oposição cedeu por um propósito maior. “Para assegurar a votação de uma proposta (Emenda 29) que vai permitir que recursos sejam destinados à saúde estamos aceitando o encaminhamento e fazendo concessão”, disse.

Já o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que o acordo representa “um momento maior” da Câmara. “Estamos em vias de concluir um grande acordo pelo bem do Brasil. Todos vivenciamos a discussão sobre a regulamentação da Emenda 29. Quero dizer que o governo não se sente derrotado”, disse Vaccarezza.

O governo foi contra a análise da proposta, insistindo na criação de um novo financiamento para a saúde. A decisão de pautar a proposta foi de iniciativa do presidente da Câmara, Marco Maia, por pressão dos líderes da base e da oposição.

Recursos para a Saúde
O Plenário vai votar um destaque do DEM que pretende retirar do texto aprovado em 2009 a base de cálculo da Contribuição Social da Saúde (CSS), imposto a ser cobrado nos moldes da CPMF com arrecadação exclusiva para o setor.

Ao tirar a base de cálculo do texto, fica inviabilizada a cobrança do tributo. Na sessão de ontem, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), disse que o partido vai votar a favor do destaque da oposição e contra o novo tributo.

O texto base da proposta, com a previsão do novo imposto, já foi aprovado em Plenário. Se for aprovado o destaque, o texto vai para o Senado criando o novo imposto, mas sem definir a base de cálculo. Caberá aos senadores refazer o texto – que volta para a Câmara – ou aprovar a proposta sem alterações e deixar a base de cálculo da proposta para uma lei futura.

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Newton Araújo
Fonte: CNTSS


TRABALHADORES UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS

Não sabemos por que este radialista e blogueiro se incomoda tanto com manifestação públicas , quando fizemos uma no Iguatemi ele foi o primeiro e criticar, e inclusive disse e temos gravado, que éramos sacanas e que se na cidade ou o estado tivesse comando, que era para dar porrada, acreditamos que este senhor está pensando que ainda está na ditadura, quando ele diz " e tomar providencias"  não precisa pensar muito para saber né, seu incomodo deve ser porque ele nunca precisou ter um patrão em seu pé lhe assediando moralmente, humilhando exigindo uma maior produtividade sem condições de trabalho e ainda não dividindo os lucros que os trabalhadores construíram, agora pessoas que sempre mamou nas tetas do governo com altíssimos salários e que nunca precisou fazer manifestação ou greve realmente deve se incomodar  pra caramba, afinal só quem tem um calo com sapato apertado sabe o dor que senti, agora vejam sua contradição, o que realmente aconteceu e o que ele escreveu sobre os Rodoviários de Salvador.


LEIA O QUE MARIO QUERTEZ DISSE
Agora, todo mundo resolveu fazer manifestação. Os rodoviários simplesmente pararam a cidade quase toda na manhã de hoje. Alguém está tomando providência? Alguém do governo do estado estava ouvindo a rádio quando informamos? O secretário de Segurança Pública, que tem ordens do governador para tomar providência, estava sabendo disso, na hora? E o prefeito? O secretário de Transporte sabe desses casos? As autoridades se movimentam?
Quando tinha algo assim, na época em que eu era prefeito, eu era a primeira pessoa, a saber. Tinha que ter gente para me informar e tomar providencia. E agora, ninguém sabe o que anda acontecendo? Saidinha bancária acontece toda hora. E o pior é que ainda divulgam números dizendo que melhorou a segurança. Qual segurança? Eu não sei.
Fonte: Blog do Mario


RODOVIÁRIOS SEGUEM A LEI A RISCO
Revoltados com a grande quantidade de multas de trânsito que comprometem boa parte de seus rendimentos mensais, os rodoviários de Salvador prometem seguir à risca o que manda a lei nesta sexta-feira (16). Na “operação-padrão”, a o objetivo dos rodoviários é provar que não é possível cumprir os horários das viagens de ônibus estabelecidos pela Transalvador quando se obedece à lei no sistema de trânsito da cidade. “Em alguns trechos da cidade, os ônibus vão andar em filas na pista da direita, parar em todos os pontos de ônibus, esperar os passageiros idosos, grávidas e deficientes sentarem antes de arrancar com o veículo e parar quando o farol estiver amarelo”, explicou o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Manoel Machado, ao jornal A Tarde. Ele reclama que as empresas repassam para os motoristas as multas resultantes dos atrasos nos horários de viagens determinados pela Transalvador.
Fonte: Bahia Noticias